No final da década de 1970 e no início da década de 1980, no Brasil, os jovens estavam maravilhados com as máquinas de calcular eletrônicas japonesas.
A própria palavra “eletrônica” fascinava os jovens.
Eles, então, diziam, com convicção, que os japoneses eram seres superiores quando comparados com o resto do mundo, e diziam, também, os jovens, que o Japão era o país mais adiantado do mundo.
Esta é apenas uma pequena amostra dos muitos erros dos jovens: a conclusão precipitada baseada apenas em circunstâncias de momento, sem aprofundamento histórico e lógico e uma vontade desesperada de encontrar explicação fácil e simplista para tudo que ocorre no mundo.
Qual a solução para estes eternos erros dos jovens?
Porque isto ocorre?, quais são as causas deste fenômeno?
Estas perguntas exigem um estudo detalhado dos jovens e um aprofundamento muito grande nestes temas da educação e da vontade de ter respostas.
O que não podemos fazer aqui é cometer o mesmo erro dos jovens:
Querer respostas prontas e fáceis.
A própria palavra “eletrônica” fascinava os jovens.
Eles, então, diziam, com convicção, que os japoneses eram seres superiores quando comparados com o resto do mundo, e diziam, também, os jovens, que o Japão era o país mais adiantado do mundo.
Esta é apenas uma pequena amostra dos muitos erros dos jovens: a conclusão precipitada baseada apenas em circunstâncias de momento, sem aprofundamento histórico e lógico e uma vontade desesperada de encontrar explicação fácil e simplista para tudo que ocorre no mundo.
Qual a solução para estes eternos erros dos jovens?
Porque isto ocorre?, quais são as causas deste fenômeno?
Estas perguntas exigem um estudo detalhado dos jovens e um aprofundamento muito grande nestes temas da educação e da vontade de ter respostas.
O que não podemos fazer aqui é cometer o mesmo erro dos jovens:
Querer respostas prontas e fáceis.